quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Medalhistas olímpicos e mundiais confirmados no Grand Prix 2009




A edição 2009 do Grand Prix Nacional de Judô, que tem início com a etapa masculina em São Paulo, de 6 a 8 de novembro, terá a participação de medalhistas olímpicos e mundiais. A principal competição de clubes do Brasil contará com as equipes do Esporte Clube Pinheiros (SP), São Caetano (SP), FTC (BA), SESC Bahia (BA), Espaço Futuro (DF), Belo Dente/Minas (MG), Santo André (SP), Jequiá (RJ), Universidade Castelo Branco (RJ), Oi/Sogipa (RS), Unisul (SC), Barueri (SP). Nos dias 14 e 15 de novembro será a vez das mulheres e a disputa acontecerá em Brasília (DF).

As principais estrelas do judô nacional estarão em ação no torneio, além do espanhol Sugoi Uriarte, vice-campeão mundial, que será o grande reforço da equipe Oi/Sogipa. Os gaúchos terão também a volta do bicampeão mundial João Derly, afastado desde julho dos tatames devido uma lesão.

Os campeões mundiais Luciano Corrêa (Minas) e Tiago Camilo (Pinheiros) são outras duas feras confirmadas na competição. Os medalhistas olímpicos Leandro Guilheiro e Carlos Honorato defenderão as cores do Pinheiros e São Caetano, respectivamente. Bronze no Mundial 2007, João Gabriel Schillitler competirá na estreante Universidade Castelo Branco.

Em 2008 o Pinheiros consagrou-se tricampeão do Grand Prix Masculino. Com a vitória, conquistou em definitivo o troféu da competição. Pelo feminino, o São Caetano faturou pela segunda vez o GP.

Neste ano, o Grand Prix Masculino será disputado com uma primeira fase de grupos, onde os dois mais bem colocados avançam para as quartas-de-final. Para valorizar ainda mais todas as equipes, haverá competição para definir do primeiro ao 12o lugar. Já no feminino, a disputa se mantém como em 2008, com primeira fase em grupo e depois semifinais.

Desde a criação do evento, em 2003, que o Grand Prix Nacional de Clubes se tornou referência. Primeiro evento onde foram aplicados conceitos de entretenimento de torcida, as ações do GP foram pilares para a realização de grandes competições que atualmente fazem parte do calendário da Federação Interancional, como o Grand Slam do Rio de Janeiro e a Copa do Mundo de Belo Horizonte.

O Grand Prix terá transmissão ao vivo dos confrontos finais e disputas de terceiro lugar pela Record (TV aberta) e SporTV (Canal 39 da Net/SkY).

Em 2008, o GP gerou R$ 5.057.611,00 em retorno de mídia.

Campeões:


Masculino
2003 - São Caetano

2004 - São Caetano

2005 - Pinheiros

2006 - Pinheiros

2008 - Pinheiros


Feminino

2005 - Pinheiros

2006 - São Caetano

2008 - São Caetano

Fonte : CBJ

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Já temos um logo para nossa academia

Judô Armondes Veloso

Esse será o novo logo de nossa equipe de Judô, espero que gostem pois futuramente penso em abrir uma ONG para dar aula a pessoas carentes.

Logo:
Tomoe Nague - Golpe de Judô
Judô : Em japonês ao lado
Nome : Sobrenome da minha filha

Espero que gostem

Fernando
Sensei

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Seja forte, gentil e belo: lições da mulher de maior graduação no Judô



Keiko Fukuda a mulher mais graduada das artes marciais


Com 96 anos de idade Keiko Fukuda é a artista marcial de mais alta graduação, ainda vai para o tatami ensinar alunos.

Uma mulher idosa se senta na cadeira de rodas sob o tatame do clube de judô. É apenas uma cadeira dobrável de metal, mas seus alunos a tratem como uma rainha. Ela está vestida de branco brilhante: um casaco acolchoado com sobreposição a gola mais fino branco com calças reforçado nos joelhos. Sua faixa coral a marca como soberana. A faixa significa que Keiko Fukuda, que comemorou seu 96o aniversário na última Primavera, é a mulher mais alta hierarquia do mundo no judô, uma arte marcial japonesa em que técnica e equilíbrio são as chaves para a vitória.

Keiko Fukuda fazendo demsontração

Durante uma recente aula em São Francisco no seu clube, Fukuda assistia uma aluna de 22 anos de idade lutando para aprender um novo movimento - um "sacrifício lateral" técnica, na qual o atacante cai para o chão, enquanto prende a gola do uniforme do oponente. A aluna estava tendo dificuldades. Ela se levantou de sua cadeira de rodas e ensinou a aluna o passo a passo para aplicação do movimento. No judô, uma pessoa usa o peso do adversário a seu favor. Foi quando palavras e gestos não conseguiam transmitir o ensinamento que Fukuda subiu lentamente para o tatame. Em minúsculas, etapas escalonadas, Fukuda fez os movimentos. Ela chegou até agarrar a jovem mulher da gola, agarrando com suas as mãos enrugadas e rígidas de artrite. O dojô caiu em silêncio. Todo mundo parou para aprender. Fukuda foi ao chão lançando seu jovem adversário da maneira que o movimento deve ser feito. Ela então retornou à sua cadeira para o resto das duas horas de aula.


“Há momentos em que ela vai fazer isso, levanta-se e mostrar-nos algo, mas não muito frequentemente," disse o estudante Boutdy Molly, que estava aprendendo a técnica para um próximo teste para uma melhor classificação. "Ela não pode levantar-se por muito tempo." Fukuda, que fala Inglês com um forte sotaque, pode ser difícil de entender às vezes. Mas isso não impede a comunicação com seus alunos é evidente em seu senso de humor e seu amor de vida, na sua joie de vivre ", disse Trent. "Isso tem me mantido bastante dedicado à ela como um professor."


Fukuda ensina judô há quase 70 anos. Fukuda, que entregou a sua cidadania japonesa para se tornar um cidadã americana, tem viajado por todo o país dedicada a espalhar o evangelho do judô. Ela também tem dado seminários na Austrália, Canadá, Nova Zelândia, Noruega e as Filipinas. Quando tinha 76, ela voou para a França para ensinar dos mais graduados judocas do país. A Federação Americana de Judô que representa mais de 350 clubes, Fukuda ganhou a faixa vermelha em 2001, em reconhecimento da sua vida contribuições - nacionais e internacionais - a arte marcial. A federação americana atribuiu apenas três faixas vermelhos. As duas outras foram destinatários a homens, que já morreu. O cinto indica que Fukuda chegou ao nono dan. Na história dos 120 anos de arte marcial, apenas cerca de uma dúzia de pessoas em todo o mundo alcançaram um grau tão elevado. Ela continua ensinando hoje apesar das doenças da velhice - Doença de Parkinson, o que torna a sua mão direita trêmula como uma folha em uma brisa.

Fukuda é reverenciada como uma dos últimos discípulos vivos de Jigoro Kano, o fundador do judô. Kano, que abriu seu judô escola - conhecido como o Kodokan - em Tóquio, em 1882, acrescentou uma seção para mulheres cerca de 40 anos mais tarde. Fukuda começou a tomar aulas em 1935, ela era uma das duas dúzias de mulheres na escola, que é conhecido hoje como o Kodokan Centro Internacional de Judô. Kano a convidou para estudar judô por causa da sua linhagem na arte marcial. Ela era a neta de um renomado mestre de judo, que tinha ensinou arte marcial japonesa a Kano. "Naquela época, eu tinha apenas 21 anos, sendo ensinada nas formas de Flor de Arranjo, cerimônia formal do chá e escrita a pincel, habitual para os jovens senhoras na sociedade japonesa". Fukuda escreveu em 1973 o seu livro, "Nascido para o Mat: Um texto do Kodokan Kata Textbook para as Mulheres ". Através de memórias do meu avô me senti muito próxima ao judô, embora eu nunca tivesse visto judô sendo praticado antes. Minha mãe e meu irmão pensavam em me casar com judoca e não me tornar uma. "Judô é o meu parceiro de vida”, disse Fukuda, falando através de um tradutor durante uma recente entrevista em sua casa em Noe Valley. "Qualquer lugar que eu vá, judô é a minha família. Os alunos estão muito agradáveis para mim. Tenho família em todo o mundo.

Fukuda ainda ensina há três dias por semana, oferecendo aulas para estudantes do sexo feminino com idades a partir de 13 anos. O Cônsul Geral do Japão a Fukuda uma medalha, juntamente com um certificado assinado entre o Primeiro-Ministro do Japão, em um jantar de gala em São Francisco em 1990. O lema de Fukuda no judô é: "Sê forte, ser gentil, ser belo." Para aqueles não familiarizados com o judô, pode ser difícil de conciliar as palavras "suave" e "linda" com um esporte em que os concorrentes enviam adversários navegando através do ar se chocando ao chão.

Fukuda disse que o objetivo do judô é o de ser "suave do lado de fora" e "fortes no interior." Em "Nascido para a Mat", ela descreveu a formação em Tóquio sob um renomado mestre judô, Kyuzo Mifune. "Lembro-me claramente para este dia que o seu controlo sobre o meu uniforme Judô foi tão gentil que eu não tinha conhecimento, ''ela escreveu." Ainda assim, se eu fiz o menor movimento em uma tentativa de jogar, ele já não era nessa posição, em vez disso, o meu corpo voou pelo ar. Professor Mifune era pequeno, mesmo para um homem japonês (cerca de 1,50m), mas os seus movimentos corporais foram extremamente rápidos e era muito difícil manter-se com ele, porque ele poderia prever o movimento do adversário e poderia evitar-lhe antes do tempo".

Fukuda é conhecido por sua especialização no judô "kata,''uma coreografia, ou simulações de luta entre duas pessoas que demonstram, em diversas combinações, a arte marcial de movimentos ofensivos e defensivos." Através do estudo de Kata, uma vontade de experimentar o verdadeiro espírito de combate real, e compreender os princípios da técnica ", ela escreveu em" Nascido para a Mat ", que inclui instruções passo-a-passo, em palavras e fotografias, dos sete Katas de judô.

Fukuda tem um segundo livro lançado pela North Atlantic Books em Berkeley. O livro intitulado "Ju no Kata,''enfoca uma câmara lenta do elegante kata, cujo domínio é necessária para introduzir os escalões mais elevados do judô." Ela é um tesouro que vive de outra época,''disse Jess O'Brien, o editor de artes marciais. "Sua influência no judô é generalizada. Ela tem formação tão longa e que ela ainda é capaz de encontrar novas introspecções Ju no Kata - óbvias e mais sutis. ''

Para acessar o video da judoca acesse o blog :http://www.karatedasmeninas.com/2009/04/seja-forte-gentil-e-belo-licoes-da.html

Kodanshas do DF - Sensei Miura


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Não se pode falar do judô do DF sem citar o nome daquele que, talvez, seja considerado um dos mais importantes expoentes: TAKESHI MIURA.

Iniciado no judô em 1960, aos 12 anos de idade, com o Sensei ENDO no interior paulista, Miura se mudou para a capital, onde passou a treinar com o professor Lacerda.

Em 25/01/1964, Miura chega a Brasília, a convite do então presidente da Federação metropolitana, Coronel Monsserrat, e aqui fez sua história.

Logo que chegou montou a Academia SAMI (Santana e Miura), um ano depois se separam e ele monta a própria academia, JUDÔ MIURA, pela qual passaram vários atletas de renome nacional e internacional, podendo ser citados: Paulo Duarte, Eli Sassaki, Luis Antonio Romariz, José Mário Tranquilini, Morgana, entre tantos outros.

Miura foi campeão Brasileiro por diversas vezes e em 1967 conquistou a medalha de ouro nos Jogos Pan-americanos de Winnipeg, no Canadá.

Portador de uma já lendária habilidade em ne-waza, não é raro ainda hoje ver o 9º DAN “empacotando” seus companheiros nos treinos que participa.

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Kodanshas do DF - Schultz




Natural de São José dos Campos (São Paulo), Edson Schultz veio morar em Sobradinho com apenas 1 ano de idade. Começou no esporte aos 12 anos, por iniciativa de seu pai, que buscava um pouco mais de disciplina para o filho “espevitado”.

O Cidadão Honorário de Brasília é um dos poucos judocas de sua idade que ainda não se aposentou das competições. Segundo conta, a maioria de seus colegas não compete mais, apenas dá aulas, ele, no entanto, coleciona títulos (são mais de 300, em quase 40 anos de carreira), entre os mais importantes podemos destacar o Tetra-campeonato brasiliense na categoria Sênior, o hexa-campeonato brasiliense da categoria Máster, o Bi-campeonato brasileiro Máster, o vice campeonato no Festival Olímpico realizado em 1996, no México e, aquele que ele considera o mais importante da sua longa carreira, o Campeonato Mundial Máster conquistado no ano de 2007.

Além das competições, Schultz atualmente é professor do Curso de Formação de Faixas-Pretas, titular da matéria Nage-no-kata

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Ficha Técnica

Nome: Edson Schultz da Silva

Idade: 50 anos

Graduação: 7º DAN

Clube atual: Arrais

Iniciou o judô em 1970, na cidade de Sobradinho - DF, tendo como primeiro sensei o professor Lhofei Shiozawa.

Árbitro Internacional (FIJ "B")

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O símbolo do Judô

Existem alguns fatos sobre o nosso esporte que não estão bem esclarecidos, e não temos certeza sobre outros. Talvez porque nos tenha sido ensinado dessa forma ou nós não tenhamos informações suficientes sobre eles. Eu vou tentar esclarecer aqui alguns desses fatos, apresentando sempre um assunto diferente, de relevância judoística.

Para começar eu gostaria de falar sobre o Símbolo da Kodokan, e consequentemente o símbolo do judô.

Quase todo judoca no mundo já usou, ao menos uma vez, uma camiseta onde se podia ver o logotipo da Kodokan. Muitos de nós acreditamos saber o seu significado. Eu mesmo costumava acreditar que ele representava uma flor de cerejeira (segundo ouvi de judocas antigos e mais graduados), já ouvi também que se tratava de uma flor de lótus e até mesmo do Happo-no-Kuzushi (oito direções de desequilíbrio). Essas teorias estão, inclusive, publicadas em vários livros e artigos.

Bem, a verdade é que elas estão erradas.

Segundo o Sr. Naoki Murata, 7º Dan, e diretor do Museu da Kodokan, o logotipo da Kodokan não é uma flor. Ele foi idealizado pelo próprio Jigoro Kano e é composto por um círculo vermelho dentro de um octógono branco

Mas o que significam suas cores e formas? O octógono representa o Yata-no-Kagami (o espelho mágico), uma das três relíquias passadas pelos deuses ao primeiro imperador japonês e que significa sabedoria ou honestidade (a interpretação varia na literatura).
Sua cor branca representa um espírito puro. A pureza, nesse caso, é representada pelo algodão macio ou pelo tecido delicado que envolve um coração em brasa (o círculo vermelho).

Esse círculo vermelho representa o espírito, e passa a idéia de um coração ardente, “o espírito que queima como ferro em brasa”, cheio de fidelidade, paixão e bravura. Esse é o verdadeiro símbolo do espírito indomável.

Em outubro de 1940 a Kodokan declarou que essa imagem simboliza o objetivo dessa arte marcial e que significa “Espírito Indomável”.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Vitor Hugo Braga parte para o Mundial Júnior

Prestes a mudar de categoria, brasiliense se junta amanhã à Seleção Brasileira que disputará a competição em Paris, nos dias 21 a 26

Além de representar o Brasil, ele será o único brasiliense no Campeonato Mundial Júnior de Judô, marcado para os dias 21 a 26 deste mês, em Paris. Pronto para se despedir dos campeonatos juvenis e juniores e entrar com tudo na categoria adulto, o judoca Vitor Hugo Braga, 19 anos, considera o momento um “divisor de águas” e trabalha forte para não fazer feio em seu primeiro Mundial. “Desde junho, tenho treinado seis horas por dia, de segunda a sábado. O trabalho era focado na parte física e de luta. Reduzi o ritmo só agora para não sobrecarregar o corpo”, conta. O judoca, que faz aniversário hoje, embarca amanhã para o Rio de Janeiro, onde vai se juntar à Seleção Brasileira.

Vitor Hugo exibe a medalha de prata que ganhou no Brasileiro - (Marcelo Ferreira/CB/D.A Press )
Vitor Hugo exibe a medalha de prata que ganhou no Brasileiro
Para conquistar vaga na equipe verde-amarela, Vitor fez uma melhor de três lutas contra Bruno Altoé, em 6 de setembro, na seletiva para o Mundial, em Cuiabá. Na primeira disputa, o brasiliense deu um wazari no rival. Na segunda, superou Altoé com um yoko sumigaeshi, uma técnica de sacrifício lateral, encerrando a disputa. “Ganhei por duas lutas a zero. Foi difícil porque ele é um atleta forte”, lembra. No dia anterior, na disputa do Campeonato Brasileiro Júnior, no mesmo local, Vitor perdera para Altoé e ficara com a medalha de prata.

Bicampeão pan-americano júnior, pronto para começar sua carreira na sênior, o judoca tem certeza de que está bem preparado para o campeonato em Paris, que promete marcar sua história no esporte. “Levo comigo todos aqueles que me ajudaram e ainda ajudam. Sou muito grato aos meus professores, Robert Marques, Arrais e Miura, aos meus amigos que colaboraram com meu treino, à minha família, pelo apoio. Sem dúvida, será em todos eles que pensarei durante a viagem e, sobretudo, antes das lutas.”

Estreia para uns, o Mundial também servirá de retorno aos tatames internacionais para outros. Exemplo disso é a judoca Mayra Aguiar. Representante brasileira nos Jogos Olímpicos de Pequim-2008, ela sofreu uma cirurgia no joelho em dezembro do ano passado. Agora, em uma categoria acima, luta na meio-pesado.

No ano passado, em Bangcoc (Tailândia), o Brasil teve sua melhor participação em mundiais da categoria em todos os tempos. Destaque para as judocas que conquistaram quatro das cinco medalhas verde-amarelas: dois ouros com Sarah Menezes (-48kg) e Rafaela Silva (-57kg); uma prata com Mayra Aguiar (-70kg); e dois bronzes com Camila Minakawa (-63kg) e Victor Penalber (-73kg). O Brasil ficou em terceiro lugar no quadro geral de medalhas entre 83 países, atrás apenas de Japão (11 medalhas, quatro ouros) e França (quatro medalhas, dois ouros e duas pratas).


Quem ele é

Nome: Vitor Hugo Tranquilini Braga
Idade: 19 anos (14/10/1990)
Altura: 1,90m
Peso: 89kg
Categoria: médio
Títulos: bicampeão pan-americano júnior
(2008 e 2009)
e prata no Brasileiro Júnior (2009)
Começo: aos 14 anos, por influência e apoio dos tios judocas Marcel e José Mário Tranquilini

Fonte : Correio Brasiliense

Publicação: 14/10/2009 09:05


sexta-feira, 9 de outubro de 2009


Acompanhe o histórico das competições ao longo dos anos




Em Jogos Olímpicos

15 MEDALHAS 2 OUROS / 3 PRATAS / 10 BRONZES

1972 (Munique/GER): Chiaki Ishii (-93kg, bronze)
1984 (Los Angeles/USA): Douglas Vieira (-95kg, prata), Walter Carmona (-86kg, bronze) e Luís Onmura (-71kg, bronze)
1988 (Seul/KOR): Aurélio Miguel (-95kg, ouro)
1992 (Barcelona/ESP): Rogério Sampaio (-65kg, ouro)
1996 (Atlanta/USA): Aurélio Miguel (-95kg, bronze) e Henrique Guimarães (-65kg, bronze)
2000 (Sydney/AUS): Tiago Camilo (-73kg, prata) e Carlos Honorato (-90kg, prata)
2004 (Atenas/GRE): Leandro Guilheiro (-73kg, bronze) e Flávio Canto (-81kg, bronze)
2008 (Pequim/CHN): Ketleyn Quadros (-57kg, bronze), Leandro Guilheiro (-73kg, bronze) e Tiago Camilo (-81kg, bronze)

Em Mundiais Sênior


19 MEDALHAS 4 OUROS / 2 PRATAS / 13 BRONZES

1971 (Ludwigshafen/GER): Chiaki Ishii (-93kg/bronze)
1979 (Paris/FRA): Walter Carmona (-86kg/bronze)
1987 (Essen /GER): Aurélio Miguel (-95kg/bronze)
1993 (Hamilton/CAN): Aurélio Miguel (-95kg/prata) e Rogério Sampaio (leve/bronze)
1995 (Tóquio/JPN): Danielle Zangrando (-56kg/bronze)
1997 (Paris/FRA): Aurélio Miguel (-95kg/prata), Edinanci Silva (-72kg/bronze) e Fúlvio Myata (-60kg/bronze)
1999 (Birmingham/GBR): Sebastian Pereira (-73kg/bronze)
2003 (Osaka/JPN): Mario Sabino (-100kg/bronze), Edinanci Silva (-78kg/bronze) e Carlos Honorato (-90kg/bronze)
2005 (Cairo/EGY): João Derly (-66kg/ouro) e Luciano Corrêa (-100kg/bronze)
2007 (Rio de Janeiro/BRA): João Derly (-66kg/ouro), Tiago Camilo (-81kg/ouro), Luciano Correa (-100kg/ouro) e João Gabriel Schilittler (+100kg/bronze).

Em Mundiais Júnior
32 MEDALHAS 9 OUROS / 8 PRATAS / 15 BRONZES

1974 (Rio de Janeiro/BRA): Roberto Machusso (-70kg /prata)
1976 (Madrid/ESP): Carlos Pacheco (-95kg /bronze)
1983 (Mayaguez /PUR): Aurélio Miguel (-95kg /ouro)
1990 (Dijon/FRA): Marcos Alexandre Daud (-90kg /prata)
1992 (Buenos Aires/ARG): Henrique Guimarães (-63kg / prata) e Elton Fiebig (-95kg / bronze)
1994 (Cairo/EGY): Carlos Honorato (-86kg / bronze)
1996 (Porto /POR): Sebastian Pereira (-71kg / ouro), Danielle Zangrando (-57kg / prata) e Cristiane Parmigiano (-61kg / bronze)
1998 (Cali/COL): Tiago Camilo (-66kg /ouro), Fabiane Hukuda (-52kg / prata), Danielle Zangrando (-57kg / prata), Rafael Rocha (-100kg / prata) e Daniel Hernandes (+100kg / bronze)
2000 (Nabul/TUN): Fabiane Hukuda (-52kg /ouro), João Derly (-60kg /ouro), Moacir Mendes Jr (-66kg / bronze) e Alessandro Merly (-90kg / bronze),
2002 (Jeju Island/KOR): Leandro Guilheiro (-73kg / ouro), Leonardo Eduardo (-81kg / 2002), Taciana Lima (-48kg / bronze) e Claudirene Cezar (-78kg / bronze),
2004 (Budapest/HUN): Aline Puglia (+78kg /bronze)
2006 (Santo Domingo/DOM): Rochelle Nunes (+78kg/bronze), Amanda Oiveira (-63kg / bronze) e Mayra Aguiar (-70kg / bronze)
2008 (Bangkok/THA): Sarah Menezes (-48kg /ouro), Rafaela Lopes (-52kg / ouro), Mayra Aguiar (-70kg / prata), Camila Minakawa (-63kg/bronze) e Victor Penalber (-73kg / bronze)

Em Mundiais Juvenil

5 MEDALHAS 1 OURO / 2 PRATAS / 3 BRONZES

2008 (Budapest/HUN): Flávia Gomes (-57kg/ouro), Matheus Machado (-60kg/prata), Henrique Silva (-81kg/prata), Tainá Nery (-70kg/bronze) e Samantha Soares (+70kg/bronze)

Em Jogos Pan-Americanos

97 MEDALHAS 25 OUROS / 29 PRATAS / 43 BRONZES

1963 (São Paulo/BRA): 1 ouro (Lhofei Shiozawa) / 2 pratas (Jorge Mehdi e Milton Lovato)
1967 (Winnipeg/CAN): 2 ouros (Akira Ono e Takeshi Miura) / 1 prata (Lhofei Shiozawa)
1971 (Cali/COL): não participou
1975 (Cidade do México/MEX): 1 ouro (Ricardo Oliveira Campos) / 2 pratas (Carlos Eduardo Motta e Roberto Zuanabar Machusso) / 2 bronzes (Fenelon Oscar da Silva e Luis Juniti Shinohara)
1979 (San Juan/PUR): 4 ouros (Luís Shinohara, Carlos Cunha, Carlos Pacheco e Oswaldo Simões) / 1 prata (Luís Onmura) / 2 bronzes (Roberto Machusso e Oswaldo Simões)
1983 (Caracas/VEN): 5 pratas (Luís Onmura, Inez Nazareth, Luiz Shinoara, Aurélio Miguel e Frederico Flexa) / 6 bronzes (Tânia Ishii, Walter Carmona, Solange Almeida Pessoa, Sérgio Santos, Carla Lívia Muller Duarte e Soraia André)
1987 (Indianápolis/USA): 5 ouro (Mônica Angelucci, Soraya André, Sergio Pessoa, Rinaldo Cagianno e Aurélio Miguel) / 3 pratas (Luís Onmura, Nelson Onmura e Frederico Flexa) / 4 bronzes (Ivana Santana, Rogério Cherubin, Soraya Carvalho e Rosimeri Salvador)
1991 (Havana/CUB): 1 ouro (Shigueto Yamazaki) / 2 pratas (Patrícia Dias Bevilacqua e Sérgio Ricardo Oliveira) / 7 bronzes (Mônica Angelucci; Maria Cristina de Souza, Edilene Aparecida Andrade, Soraia André, Sumio Tsujimoto, Renato Gagnino e Frederico Flexa)
1995 (Mar del Plata/ARG): 1 ouro (Jose Mario Tranquillini) / 3 pratas (Carlos Eduardo Matt, Daniel Fausto Dell'Aquila e Edilene Andrade) / 9 bronzes (Danielle Zangrando, Sergio Ricardo Oliveira, Andrea Berti, Carlos Anderson Bortole, Vânia Ishii, Flavio Canto, Henrique Guimarães, Valeria Brandino e Rodolfo Yamayose)
1999 (Winnipeg/CAN): 1 ouro (Vania Ishii) / 3 pratas (Denilson Lourenço, Flavio Canto e Daniel Hernandes) / 6 bronzes (Danielle Zangrando, Sebástian Pereira, Fabiane Hukuda, Edinanci Silva, Marcelo Figueiredo e Priscila Marques)
2003 (Santo Domingo/DOM): 5 ouro (Luis Francisco Camilo, Flavio Canto, Edinanci Silva, Mário Sabino e Daniel Hernandes) / 1 prata (Vânia Ishii) / 4 bronzes (Tânia Ferreira, Tânia Ferreira, Fabiane Hukuda e Henrique Guimarães)
2007 (Rio de Janeiro/BRA): 4 ouro (Danielle Zangrando, Edinanci Silva, João Derly e Tiago Camilo) / 6 prata (Daniela Polzin, Erika Miranda, Danielli Yuri, Mayra Aguiar, Leandro Guilheiro e João Gabriel Schilitler) / 3 bronzes (Alexandre Lee, Luciano Correa e Priscila Marques)

Brasiliense Luciano Corrêa encara mais um Desafio Internacional de Judô

Brasiliense está pronto para enfrentar argentinos e americanos

Luciano ganhou nove títulos apenas este ano (Crédito: Divulgação)

Luciano ganhou nove títulos apenas este ano (Crédito: Divulgação)

LANCEPRESS!

Melhor judoca brasileiro na temporada, Luciano Correa tem presença assegurada na Seleção que enfrentará Argentina e Estados Unidos neste fim de semana (10 e 11), em Maringá, no Paraná. O Desafio Internacional de Judô continua nos dias 17 e 18 em Vitória, no Espírito Santo, onde nossos judocas enfrentarão, novamente, argentinos e americanos.

Luciano chegou a liderar o ranking dos meio-pesados e, atualmente, integra o Top 5 da Federação Internacional de Judô (FIJ). O campeão vem de mais um título, quando conquistou o ouro no VIII Troféu Brasil de Clubes, em Porto Alegre, há duas semanas.

- Meu desempenho é positivo esse ano. Respeitando meus adversários, sempre busco, com muita garra, as vitórias. Tenho treinado pesado para estar sempre em nível competitivo. Busco estar bem-preparado para realizar boas exibições nos campeonatos que participo - afirmou o judoca, que possui uma média de quatro títulos por ano, desde o início de sua carreira. Na atual temporada, Luciano já soma nove conquistas.

O judoca não vê a hora de encarar os adversários no desafio:

- É muito bom representar o Brasil, principalmente contra os argentinos. Assim como nos gramados, a rivalidade é muito grande. No entanto, nos tatames é mais gostoso, pois podemos deixá-los no chão sem levar cartões ou sermos advertidos com faltas. Mas, brincadeiras à parte, a equipe argentina é muito difícil de ser batida, assim como a americana, porém temos um time muito forte e vamos entrar para vencer - concluiu o campeão.